quarta-feira, 25 de julho de 2012

A parábola da pérola preciosa

“O Reino do Céu é também como um comerciante que anda procurando pérolas finas. Quando encontra uma pérola que é mesmo de grande valor, ele vai, vende tudo o que tem e compra a pérola.” Mt 13:45-46

Como um comerciante ávido por encontrar a pérola mais preciosa, tal qual, Jesus compara o cristão, ou melhor, o cidadão do reino de Deus. É àquele que de alguma forma tem contato com o Evangelho, e não o despreza, mas antes identifica o seu valor.

Esse homem sábio compreende que a mensagem do Evangelho confronta a sua pecaminosidade, traz luz as trevas que o rodeia, e o justifica. Não ignora o seu estado, mas o perdoa. Restaura sua dignidade, como criatura redimida.

Em certo sentido, a descoberta do comerciante traz fim à sua busca, significado à sua existência. O mesmo pode-se relacionar ao homem convertido à Cristo, ele encontra paz de espírito e plenitude de vida, a sua existência volta a ter significado completo, pois agora ele vive reconciliado com Deus.

Os nossos dias modernos destacam a liberdade individual do ser humano, como mestre de seus atos e destino. Apresenta o homem como um ser autônomo de Deus, e por isso livre, no qual a existência precede a essência. Essa situação o leva ao desconforto consigo mesmo e o mundo, ao perceber o absurdo da vida desprovida de seu propósito. E o pior é quando o indivíduo a aceita e procura se contentar com este estado caótico, ignorando sua insatisfação. Alguns neste estado chegam a concluir que “o inferno são os outros (o próximo)”* ou “que Deus morreu”**, num desespero sem solução ao homem, confundido liberdade com auto-suficiência.

A pérola nos lembra do valor inestimável do reino de Deus e a necessidade de sacrificar tudo o que for preciso para entrar nele, a grandeza do seu valor excede tudo o resto que conhecemos.

Podemos concluir que a vida no reino de Deus nos leva a compreensão de que morremos para os padrões deste mundo, pois encontramos em Cristo uma nova realidade de vida, muito superior. Como disse o apóstolo Paulo: Fui crucificado com Cristo. Assim, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim. A vida que agora vivo no corpo, vivo-a pela fé no filho de Deus, que me amou e se entregou por mim (Gálatas 2:20).
 

A parábola do tesouro escondido no campo (Mt 13,44-46)

A parábola do tesouro escondido no campo

                "Era uma vez um homem que passeava no campo, até que, nesse passeio, ele encontrou um baú escondido sob um arbusto. Quando esse homem foi ver o que tinha no baú, se deparou com um grande tesouro! Então ele fechou o baú, escondeu novamente no mesmo lugar, e voltou para casa. Ele desejou ardentemente aquele tesouro, pois seria a salvação da sua vida! Só que aquele campo era muito caro. Sendo assim, aquele homem vendeu tudo o que possuía, para poder comprar aquele campo e ficar com o tesouro. Então foi isso o que ele fez: vendeu tudo o que tinha e comprou o campo. E esse homem viveu feliz para sempre... Pois bem, meus filhinhos, o homem dessa história é cada um de nós, e esse tesouro é o Reino dos Céus. Vocês estão conhecendo esse tesouro agora, eu estou aqui mostrando para vocês. Os meus discípulos já se desfizeram de tudo o que tinham e compraram o campo para eles, porque reconheceram o tesouro. Vocês também podem fazer o mesmo... Reconheçam o tesouro do qual estou falando... Reconheçam o Reino dos Céus, acreditem nesse tesouro! No momento em que vocês perceberem que não existe nada mais importante, vocês irão pensar: é isso que eu quero para a minha vida! E irão fazer o que for preciso, para ter esse tesouro!"
                O jovem rico que ficou triste quando Jesus disse a ele que vendesse os seus bens e o seguisse, não reconheceu o tesouro que estava escondido no campo. Aquele jovem era muito apegado às coisas do mundo. E nós, a que nós somos apegados? O que nós não deixaríamos para trás, para poder comprar o campo com o tesouro escondido? O que nos prende a esse mundo? Se nós fôssemos levados para um lugar onde não pudéssemos levar nada nem ninguém, do que sentiríamos falta?
                É inquietante pensar na resposta para essa pergunta... Principalmente quando o nosso apego não é material, mas às pessoas com quem convivemos. Não suportamos a idéia de perder aquela pessoa... E chegamos a fazer aquela pessoa ser o mais apegada e dependente possível, a nós. E também ficamos extremamente dependentes dela. Como se fosse possível suprir todas as necessidades... Às vezes chegando a limitar e até impedir o crescimento pessoal do(a) outro(a).
                A mensagem de hoje, portanto, é pensar nos nossos apegos... O verdadeiro apego é aquele que prende, e limita o crescimento pessoal. O que me prende? O que me limita? O que me faria falta em uma ilha deserta?

terça-feira, 17 de julho de 2012

Amor de Alma...

Você me deu a mão, me levou
Pra tão distante
Tão distante do seu amor
Pediu pra não sonhar
E pra ficar, ficar distante
Então me diz como explicar


Aquele nosso beijo
Beijo de amor
Amor que não se faz por aí
Amor de alma
Amor que acalma
A alma
Sou sua fã nº 1...

Guarde o seu sorriso só pra mim...
Que eu te dou o universo em meu, olhar.


Se sentir na pele um arrepio...
São meus dedos te tocando... pra te contar...


Sou fã do seu jeito
Sou fã da sua roupa
Sou fã desse sorriso estampado em sua boca


Sou fã dos seus olhos
Sou fã sem medida
Sou sua fã numero um
E com você, sou fã da vida...
É Tarde Demais....

Olha só você
Depois de me perder
Veja só você
Que pena...


Você não quis me ouvir
Você não quis saber
Desfez do meu amor
Que pena...


Hoje é você que está sofrendo amor
Hoje sou eu quem não te quer
O meu coração já tem um novo amor
Você pode fazer o que quiser


Você jogou fora o amor que eu te dei
O sonho que sonhei, isso não se faz
Você jogou fora a minha ilusão, a louca paixão
É Tarde demais
Que pena
Que pena, amor
Que pena
Que pena, amor